terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Sangue

                                 
Noite fria e sombria, bate um coração despedaçado
Dor que se acumula por cada gota de sangue que cai
Coração velho e enferrujado e acoitado pela solidão
 Vida imprestável acaba sem motivo, sem saber o rumo e cai num abismo

Sangue que e bombeado por um pedaço de carne podre
Que desmancha nas lembranças de tal amor
Sangue que  já não existe mais 
Sangue que secou por não ter ido atrás
Mas sei que aqui eu reinarei onde o mundo que a luz não ilumina

Onde se exalta  a escuridão  de uma fechadura de um caixão 

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